quinta-feira, 30 de junho de 2011

Em dias pares, dedico-me a desejar sua morte, que faria tudo mais fácil: não esperaria tanto que você voltasse, não desejaria que você pensasse em mim. Nos dias ímpares eu desejo que ele morra, cheio de esperança que assim, com ele morto, você fosse novamente meu. Todos os dias carros batem, aviões caem, balas perdidas acertam e pessoas infartam. E nunca vejo vocês como parte das estatísticas.

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